TAP 0152

Eu tinha decidido não escrever nada sobre a viagem, pois além de não querer me expor (é, acreditem, eu não quis me expor, embora sempre tenha agido de maneira contrária, falando até mais do que deveria) penso que nada muito programado ou divulgado dá certo e o bom é deixar rolar. Eu deixei.
Em menos de 24h estarei viajando e  embora não seja uma viagem definitiva, já que eu volto em breve, mas será uma viagem longa.
Longa em percusso, distância entre os aeroportos, conhecimento, turismo e até mesmo duração. Por mais que já tenha me ausentado da casa dos meus pais por muito mais tempo, até mesmo morando em Recife (no tempo de casado) dessa vez eu sinto diferente. Agora não é só pegar um carro e correr pra casa. Agora não dá pra pegar o celular e dizer que chego em minutos. Nem um avião é tão simples pegar.

Mas quem tem medo não arrisca, e definitivamente medo nunca foi algo que me impediu de tentar. O medo me alimenta, me faz despertar interesse ainda maior, me desafia e estímula.

De fato, nada vai mudar na minha vida. A coisa é bastante simples: viajo dia 9 e volto aglum tempo depois. Não voltarei com nenhuma novidade de outro planeta. Não irei ficar mais rico ou mais pobre nesse período. Não vou conhecer o amor da minha vida. Não serei pai de novo. Não vou rescucitar Michael Jackson nem vou ver um cometa diferente.

Por outro lado a satisfação de realizar um antigo desejo é sempre algo especial, único, mas nada fora do normal.

Os dias vem e vão e eu apenas terei mais algumas histórias pra contar. Quer saber como foi? Se meu avião não cair, se não me matarem em um metrô, se não for preso ou deportado, na volta eu conto.

Namastê



Escrito por J. Marinheiro Filho às 23h57
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Michael Jackson - 1958 - 20??

Anteriormente falei sobre a influência musical que meus irmãos mais velhso tiveram sobre mim, já que a diferença de quase 15 anos me fez ouvir muito mais do que um jovem dos anos 80 gostava do que uma criança deveria ouvir. Talvez por isso, sempre que minha mãe me mandava escolher um disco, mesmo sendo o mais novo dos irmãos, eu escolhia LPs de músicas que até ela gostava enquanto minhas irmãs mais próximas pediam discos do Menudo, Xuxa, Paquitas e afins. Só tenho a agradecer por essa influência, pois prefiro conhecer a discografia dos Beatles, Legião Urbana, Michael Jackon, U2, Bon Jovi, Ultraje a Rigor, Nenhum de Nós, Capital Inicial, Biquini Cavadão, entre muitos outros do que contar os dedinhos da Eliana ou pintar um arco-íris com Xuxa e as Paquitas.

Andei pesquisando na internet (sem sucesso até o momento) uma declaração do rei M.J. onde ele afirmava que não queria envelhecer, que tinha medo disso e que gostaria de morrer em torno dos 50 anos (no máximo). É conhecimento de todos os abusos e maltratos que o popstar sofria na sua infância, motivo esse da sua insatisfação com a cor negra e a insistência em permanecer criança, uma vez que não aproveitara nada na época devida. O pai dele sempre foi meu maior carrasco, maior pesadelo e culpado pela deformação de carater.

Por outro lado, ele sempre foi um artista iluminado. Dançava pra caralho, inventava os passos que até hoje a humanidade tenta copiar (a grande maioria, sem sucesso), tinha uma voz sensacional e tudo que fazia era sucesso. O que falar dos seus clips? Puta merda... Aquilo sim era superprodução. Gravar para ele era como fazer um filme para quebrar recordes de bilheteria, e transformando para seu mercado (a música, o audiovisual), ele sempre conseguia. Mas por que falar que ele "era", "tinha", "conseguia"? Colocá-lo no passado é aceitar como fato a notícia de sua morte. Você acredita? Eu não.

Era de conhecimento público as dívidas, escândalos e problema que o astro enfrentava. Vamos aos fatos:

1 - Ele devia pra caralho
2 - Estava há 13 anos sem subir em um palco, sem fazer shows
3 - Enfretava processos por abuso sexual que nunca foi provado (logo após o anúncio de sua morte, o então garoto que teria sido abusado confirmou que não houve o abuso e que só fez o que a sua mãe mandou para conseguir dinheiro)
4 - Ele sempre quis "morrer" aos cinquenta anos para não aparecer velho em público
5 - Dois dias antes de morrer ele estava ensaiando com excelentes performances
6 - Uma turnê de 50 shows é algo fora do comum para qualquer artista, até mesmo para o M.J. e a venda antecipada de ingressos garantiria uma verdadeira fortuna
7 - O ingresso já foi confeccionado como suvenir
8 - O médico que o acompanhava na hora da sua "morte" estava com ele há apenas 15 dias, surgindo de um lugar que ninguém explica ao certo nem justifica o porque de trocar o médico
9 - Estrategicamente o médico sumiu após sua morte para não dar maiores declarações
10 - No ensaio que antecedeu sua "morte" ele aparentava uns 70 quilos (basta olhar o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=ABT47scxAxI), e em um dos muitos boletins divergentes que foram liberados, afirmou-se que ele estava pesando 51 quilos. Cinqueta e um quilos? Nem fudendo!!! De magreza, eu entendo, e ele estava com, no mínimo, setenta quilos dois dias antes da sua "morte", sendo impossível perder todo esse peso informado
11 - No mesmo (e em outro) boletim informaram que ele usava peruca na hora da morte. Peruca? Olhem o vídeo e digam se ele estava de peruca
12 - Vários dias após sua "morte", ainda não divulgaram laudo oficial sobre a causa mortis e o corpo está onde ninguém sabe
13 - Nos dias seguintes ao ocorrido, foi divulgado na imprensa que ele tinha planos de gravar novos CDs
14 - Hoje, a mesma gravadora informou que ele teria deixado dois CDs gravados (o que justificaria obras que irão aparecer em um futuro próximo)

Poderia enumerar aqui centenas de evidências, mas convido todos que raciocinem e tirem suas próprias conclusões, só que um cara, um superstar, dono de uma fortuna incalculável e de dívidas com cifras astronômicas que foi o único no mundo a andar pra trás e mudar de cor, desejando morrer cedo para fugir da mídia e lança uma turnê que antes mesmo de acontecer já havia arrecado quase 1 bilhão de dólares (valor estimado da turnê) e com a possibilidade de gravar CDs que serão vendidos como obras póstumas, aumentando ainda mais seu valor e a procura pela mídia e público, a morte de Michael Jackson seria um dos mais, se não o maior golpe publicitário e jogada de marketing de um artista que contrata um cadáver de um sósia, põe uma peruca, contrata um médico-ator quinze dias antes da sua suposta morte para preparar um atestado de óbito com qualquer coisa e poderá, finalmente, viver em paz. Não acredito nem que seja por mal ou visando apenas os lucros com os milhões e milhões de dólares, mas sim, uma jogada das pessoas que estão por trás dele e o convenceram de se aposentar e garantir o futuro dos seus herdeiros, já que biológico ou não, Michael sempre os amou (inclusive saíram várias notas onde ele afirmava que o valor arrecadado com essa turnê iria para seus filhos, uma maneira de garantir que a venda dos ingressos-suvenir sejam repassadas para os herdeiros) e queria o melhor para eles, assim como todo pai.

O que fica de bom nisso tudo é que durante alguns anos ainda seremos alimentados por lembranças, músicas e clipes inéditos e vários produtos e registros que serão produzidos daqui pra frente, só espero que sua produção não cometa o mesmo erro que um outro cantor (não me lembro a nacionalidade) forjou sua própria morte para ganhar mídia, o que aconteceu, só que após seu então "falecimento", seu produtor e empresário começou a divulgar aqueles que seriam clipes inéditos até um belo dia que alguém percebeu que em uma das gravações o artista usava um acessório (não se se óculos ou relógio) que só teria sido lançado algum tempo após sua morte, deixando evidente a farsa.

Morto esse ano ou não, Michael Jackson deixa um trabalho único e ainda irá influenciar várias e várias gerações.



Escrito por J. Marinheiro Filho às 00h40
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Compromisso público

Sabe aquele lance dos supermercados e magazines que garantem a devolução do dinheiro em caso do produto ser mais barato na concorrência, chamado de compromisso público? Então, vou ter que imitar.

Diante de algumas acusações falsas sobre mim, sobre meu passado, eu lanço aqui o desafio:

_Ofereço 50 mil reais (ofereço esse montante por ser um valor real, possível de pagar, mas como tenho plena convicção do que falo eu poderia oferecer até 1 milhão de reais sem medo) para qualquer prova de uma traição minha durante o período que estive casado com a Sra. Maria do Carmo. Qualquer prova de que eu beijei, fiquei, transei ou qualquer coisa do tipo com alguma mulher que não ela, no período de 30/03/07 (início oficial do namoro) à 30/04/08 (data oficial da separação).

E aí, alguém vai encarar? Vale ressaltar que isso aqui é documento.
Aí eu pergunto: Quem teria coragem de fazer o mesmo que eu?
Tenho todos defeitos do mundo, mas HOMEM eu sou. Agora, se eu invertesse a oferta e pedisse alguma prova de traição (não falo nem dela, falo de pessoas próximas, leitores do blog ou até mesmo familiares que possam fornecer evidências de traição(ões) de pessoas que por ventura eu conheça) em troca da recompensa, em menos de dois dias eu teria a maior dívida ativa do país, e nem o FMI teria esse dinheiro para me emprestar.



Escrito por J. Marinheiro Filho às 23h47
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Mande notícias

Na maioria dos estados o São João é apenas mais uma data no calendário. Nem em todo o Nordeste é feriado, mas felizmente, aqui é.
Mais que isso. Nossos festejos juninos acabaram ontem, dia 01/07 (embora o Ed Carlos ainda faça show nessa sexta, dia 03), na cidade de Glória do Goitá, interior do estado.
Seria mais um show, o último do bloco, uma noite a mais. Mas foi mais, era noite de despedidas. Suaves despedidas.
Daniel Macedo, nosso tecladista, sanfoneiro e back vocal que por alcançar tons altos, fazia a voz feminina em nossos shows recebeu uma proposta para ser uma espécie de maestro da Banda Calypso. Embora Joelma e Chimbinha não sejam os artistas preferidos de vários brasileiros, temos que reconhecer o mérito deles de terem chegado ao topo das paradas de sucesso e oferecerem boas condições aos músicos e equipe técnica. Todos sabemos que Daniel só tem a crescer ainda mais na Calypso, e ficamos gratos por sabermos que nos tornamos vitrines para grandes talentos, provando cada dia mais o quanto nossos músicos tem valor (como Marcos Cesa, também tecladista que foi chamado para a Asa de Águia no auge do sucesso - dança da manivela, vampiro, etc, e que hoje em dia faz sucesso na França; Cacau Santos; Paulinho Pimpão, que atualmente mora e segue carreira em Porto, Portugal, entre outros). Vá com Deus, Daniel. Sucesso.

Ainda sobre a banda, ontem tivemos uma discreta despedida. Ruanna, grávida de quase três meses (quem dança é ela, se garante demais) despediu-se em segredo. Após o término da apresentação, bem depois mesmo, já em Recife, a outra dançarina (Ysabelle) comunicou que de fato aquele seria o último show dela e que agora se dedicaria à gestação. enho um carino enorme por ela e por Thiago (seu namorado, pai da criança, meu amigo e filho do baixista, Mano) e me sinto meio tio da criança, sabe como é, né? enho certeza que essa criança só aumentará ainda mais a felicidade que carregam cada um em si.


Falando em despedida, estava em Natal quando vi a notícia sobre a morte do Michael Jackson. Gostaria de gastar algumas linhas sobre ele mas deixarei para uma outra oportunidade. Não sou adepto do modismo e não falo apenas porque ele era famoso. Michael Jackson foi figura presente na minha infância/adolescência (sem piadinhas, tá?). Um marido da minha prima ganhava a vida como cover dele, em São Paulo, quando eu tinha por volta de 5 ou 6 anos. Por ter imãos mais velhos, minha identidade musical foi construída em cima dos gostos deles, e por isso gosto tanto do rock dos anos 80, 90 e até algumas coisas dos anos 70. Era emocionante aguardar o segundo bloco do fantástico para ver o clipe novo do M.J., sempre mega produções. Vai em paz, Michael. Cheio de defeitos e conflitos, ele, definitivamente, era O CARA.

Não chegou a ser uma despedida, mas foi legal sair com Ilanna hoje. Fazia um bom tempo que não nos víamos e eu estava com bastante saudade. Amanhã ela viaja para Porto Seguro-BA e quando voltar, eu que terei viajado, então pode se considerar como uma despedida também. Definitivamente já escolhi a mulher que eu quero casar e a que será minha madrinha de tudo (casamento, batizado de filho, empresa, banda, etc), e Ilanna é uma delas. Amanda é a outra. Agora quem é quem, nem eu sei!



Escrito por J. Marinheiro Filho às 22h43
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Hoje eu queria acreditar que as coisas só acontecem quando tem que acontecer, mas é complicado. Um palavra, um olhar, um cheiro, um beijo, um sim, um não, um sonho às vezes muda tudo. Se não muda, ao menos complica. Os sonhos bizarros ou fantasiosos demais até que dão um clima diferente e nos enche de gás, motivação, mas os sonhos reais é que fodem com a gente. Tudo possível, tudo atual, tudo presente. Algo que poderia ser E-X-A-T-A-M-E-N-T-E daquele jeitinho. Os motivos, as desculpas, a conversa e o reencontro. O passado-presente, o presente-futuro e o futuro-passado. Por que não? Porque é um sonho, oras!

Sonhar, sonhar, sonhar... Acorda, porra. O sonho muitas vezes é um pesadelo cor-de-rosas. Não quero mais dormir. Não quero ter que acordar e perceber que mais uma vez aquilo soi só (mais) um sonho. Me deixa viver, me deixar ter e ser.

Passando para a realidade bem atual, no sábado (arrail do HSBC, em Aldeia) e no domingo (arrastão do forró em Catende-PE) eu vi a maior concentração de mulheres gostosas e bonitas, respectivamente. Daquelas festas de você soltar um TÁQUIOPARIU! E olhe que a bebida ingerida nem foi necessário para que eu percebesse a beleza feminina ali presente.

Misturando tudo, como diria André Rio, reproduzo aqui uma letra dele que tem sido minha companheira no som do carro nos momentos de solidão. Depressivo? Não, não. Oportuno!

Sanfoneiro toque não (André Rio)

Toque não, sanfoneiro toque não
Esse xote faz lembrar o cheiro do cangote da morena que roubou meu coração
Toque não, sanfoneiro toque não
Pois já faz um ano inteiro,
De janeiro à janeiro nos braços da solidão

Ela se foi e levou na mala minha alegria
Era de noite, era de dia, e o pensamento só tava onde ela ia

Tem amor que vai, amor que fica
Amor que é feito ave de verão
Que chega de mansinho e faz um ninho
E vai simbora quando muda a estação

Por isso, sanfoneiro toque não



Escrito por J. Marinheiro Filho às 10h27
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Quase na metade

O ano chega na sua metade e muita coisa já aconteceu. Não vou fazer uma parcial sobre meus objetivos, até mesmo porque nem lembro de tudo que escrevi (apesar que era bem simples ir e ler o texto do final do ano, mas deixa pra lá), mas do que eu lembro eu sei que já atingi algumas metas, estou na metade de umas e tive que mudar algumas. Outras eu apenas desisti, porque a vida é assim.
Alguns objetivos são eternos, alguns sentimentos também. Não é à toa que vivo indo para uma cidade que não me sai do pensamento. Por que será? Não me canso de escrever, querer, pensar, lembrar e sonhar. Natal é Natal o ano todo, inverno ou verão. Semana passada estive lá por menos de 24 horas. Nesta quinta repeti a dose e passei menos tempo ainda. O importante não é o quanto dura, mas o quanto representa, e Natal... Ah, Natal...
Longe ou perto, fácil ou difícil, de fato ou imaginário, o que sei é que lá eu plantei algumas sementes e minhas raízes estão tão fortes que não posso mais sair de lá. A propósito, é como escrevi no orkut de alguém que está ligado diretamente com o que escrevo hoje: Ela só precisa existir para me completar.



Escrito por J. Marinheiro Filho às 14h35
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O nordeste é só festa, do litoral ao sertão...

Antes ainda de ir ao RN, para o arraiá da Assembléia Legislativa, festa essa organizada pelo nosso amigo Adelson, o Zé Bonitinho, que recebeu os deputados e seus convidados em sua (nossa) fazenda em Macaíba-RN, na última quinta-feira, na noite anterior rolou o São João do Mídia, festa essa oferecida pela Rede Globo Nordeste para cerca de 2 mil publicitários. A festa já é sucesso ao longos dos anos, e essa última contou com Dominguinhos, Elba Ramalho e Magníficos para animar o pessoal.

Muita gente conhecida, muitos desconhecidos também. Ex-colegas de trabalho, ex-namoradas, ex-chefes, ex-amigos. Tinha de tudo por lá. A noite, assim como o whisky, foi bem legal. Só em reencontrar algumas pessoas e conhecer outras (uma em especial) já valeu a pena.

Passado o arraiá de Natal-RN, é hora de voltar. Mais uma vez a tal da ressaca. Sexta-feira é dia de... dormir, né? a semana foi bem puxada e o sábado promete.

...Vou viajar num balão, seguindo o trem do forró, pra brincar com você o melhor São João...

Pegamos novamente a estrada, dessa vez rumo a cidade de Vicência, interior da mata norte do estado de Pernambuco. Em meio ao canavial é bastante comum encontrarmos os famosos "gatos selvagens", que muitas vezes são atraídos para estrada pelos faróis dos carros. Ao passarmos pelo que sobrou de um o humor afro-descendente é evidente quando eu e Carlinhos falamos na mesma hora: _Eu acho que vi um gatinho!
Foi engraçado...

Falando em morte, fiquei surpreso ao ouvir do próprio Carlinhos, enquanto conversávamos com Jorge sobre um velho patrocinador (do depto. de marketing de um parque aquático de Pernambuco), a seguinte frase: _Para encontrá-lo agora só se for no céu!
_Céu? Como assim? Perguntei à eles...
_Tá sabendo não? Evandro morreu, quer dizer, mataram! Explicou Carlinhos.
_Sério velho? Caralho... Quando foi isso? Perguntei novamente.
_Tem uns dois ou três meses. Passou até na TV, e segundo depoimento dos acusados que foram presos... (daí ele explicou a possível causa do crime)

Não eramos tão amigo assim, mas volta e meia eu o incomodava para pedir convites para amigos e familiares, e nos shows sempre nos encontrávamos. Um cara com seus defeitos (muitos, diga-se de passagem) mas que não chegava a ser do mal. Curtia a vida do jeito que achava correto e trabalhava pra isso. De qualquer maneira uma morte sempre choca, principalmente da maneira como aconteceu. Que Deus o tenha.

Passado o show de Vicência ainda arrumamos um tempo (após dormir menos de três horinhas) para caminharmos na praia. Prazer único esse. Alguém já se deu conta que moramos bem pertinho da praia e mal aproveitamos? Ao menos em Recife eu moro perto da praia, já que em São Paulo tenho que rodar quilômetros até alcançar o mar. Logo eu, marinheiro de nome e amante do mar por natureza. Espero caminhar mais e mais vezes.

...tem pamonha e canjica, milho verde e baião, tem sanfoneiro do bom pra arrastar pé no salão...

Acaba o primeiro tempo de Brasil x Itália e pegamos estrada novamente, dessa vez sentido Arcoverde, também no interior do estado. A viagem de ida é longa e tranquila. Paramos para comprar milho verde, castanha e outras guloseimas juninas. Seguimos viagem. Impossível não lembrar daquela viagem que o carro (van) da banda foi cercado e metralhado por assaltantes na volta de um show. Para nossa sorte, graças à Deus ninguém foi baleado ou ferido gravemente, mas o susto foi o bastante para deixar medo e insegurança em passar de novo por ali. Mas, fazer o quê?
A estrutura lá estava excelente. Tudo no horário, tudo conforme previsto. Rafaella Soares, a coordenadora de eventos da secretaria de cultura da cidade é a simpatia em pessoa e faz com que seja ainda melhor a apresentação em Arcoverde. Muita gente na praça, muita gente bonita (falando em gente bonita, puta merda... aquela vocalista "barbie" da banda Desejo de Menina... sei não, hein? Realmente eu desejei muito aquela menina!) e o friozinho chega só pra completar o clima. Camarim, som, palco, bebida. Tudo perfeito. É hora de voltar. A viagem que em média duraria 3 horas e meia (a de ida durou umas quatro horas) não chega nem a 2h30. É vapor total, ninguém quer repetir o ocorrido na última vez. Chegamos todos bem.

...tem casamento matuto pra beato benzer, alavantu, anarriê...

De volta à Recife, mas não em casa, é hora de tentar dormir. Falo tentar porque conseguir que é bom... Fica pra próxima. Tanta coisa pra fazer que nem sei por onde começar, afinal amanhã (terça-feira) já é dia de viajar de novo. Vamos em fente que o São João tá só começando!!!! E não posso esquecer que agora eu posso curtir de verdade, uma vez que a maior fogueira eu já pulei no ano passado.

...nessa fogueira acesa a gente se aquece, no arraiá da alegria, do São João do Nordeste.

(São João do Nordeste - Letra: J. Raposo. Música: Almir Rouche).



Escrito por J. Marinheiro Filho às 23h29
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Se é pra escolher

A cidade brasileira que eu quero criar e educar meus filhos é Natal. Ali sim é lugar pra se viver.
Mais uma ida à minha terrinha de coração. Foi rápido, fui quinta de tarde e voltei sexta de manhã, mas semana que vem tem mais.

E quanto às minhas metas pra 2009? Não é que tá rolando? Em breve o primeiro semestre acaba e estou pensando em fazer uma parcial por aqui.

Namastê



Escrito por J. Marinheiro Filho às 01h17
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Yes, we can!

E só pra constar, eu tou feliz

:)



Escrito por J. Marinheiro Filho às 10h59
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Depois da chuva vem...

...a gripe, claro!

As duas noites de chuva do São João da Capitá foram o bastante para me derrubar. Isso sem contar com o fato de ter dormido apenas três horas por noite da quinta para a sexta-feira, da sexta para o sábado e do sábado para o domingo. Se eu acho ruim? Eu acho ótimo.

Embora o evento só durasse duas noites mas eu já sentia saudade antecipada, e resolvi aproveitar mais o sábado. Ainda tinha que coordenar a ação da Mix FM no Chevrolet Hall, tive que me virar em mil. O dia já tinha sido bastante puxado, pois tivemos almoço com Arísio (Globo NE) e alguns convidados (entre eles, André Rio, Hudson Romão, Cleodon Coelho, Viviane e Dani de Marco, além da Geovanna e do Jonas, que foram comigo) no Spettus. Comi o proporcional a massa corporal de um poodle toy, saímos de lá quase 17h e seguimos para Olinda.

Fotos, compras, bate-papo, turismo. A noite chega e precisamos correr pro hotel. De lá eu pego meu carro e corro pro Chevrolet Hall. É muita água, é muita chuva, é muito carro, é muita gente, é muito trabalho, é muito tudo, é muito bom.

Tudo saiu conforme planejado e ainda pude tomar uma de leve pra relaxar, só não bebi mais porque todos nossos convidados foram embora e fiquei encarregado de levar o ex-BBB Flávio até o hotel, isso quase 6 da manhã.

Dormir o domingo todo seria uma excelente ideia, mas que nada, a Geovanna me acorda as 9 da manhã para irmos à praia. Vamos lá então... Cerveja, castanha, caldinho, arrumadinho, coca-cola. Isso é que é programa de praia. As 18h o último já havia embarcado rumo seu destino. De boa? sentirei saudades...



Escrito por J. Marinheiro Filho às 09h35
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Zé das Mortes

Novamente no São João da Capitá, o maior evento junino da capital pernambucana. Esse ano o evento mudou um bocado, do formato aos patrocinadores, mas acho que no final todos saíram ganhando (nem todos, né Ricardo Cruz? Mas deixa pra lá...) A venda foi recorde absoluto, vendendo ANTECIPADOS 70 mil ingressos. É, SETENTA MIL ingressos antecipados, valendo ressaltar que o público de Recife tem por tradição comprar na hora e a maioria deixa para adquirir seu ingresso quando chega ao evento. Alguém arriscaria um palpite do total geral de vendas e público? Eu não!

Sobre as bandas eu não tenho o que comentar, pois além de não ser muito minha praia, não fiquei prestando atenção nos detalhes (exceto, claro, na retaguarda de algumas dançarinas que é coisa de outro planeta, completamente absurdo o volume). Também vi um número bastante expressivo de caçadoras de marido rico e das marias backstage, mulheres que dariam tudo (TUDO mesmo) para circular pelo palco e camarins, e vice-versa (muitas vezes circulando pelo palco e backstage para dar tudo). Onde tem banda tem rapariga e onde tem banda de forró tem mais rapariga ainda, parece que aquelas porras dão cria (pensando bem, dão cria sim, e muitas vezes até vivem da renda que o pai da criança paga).

Como todo ano, meu compromisso começou bem cedinho quando deveria ir buscar os convidados da Globo no aeroporto, o problema é que pelo horário da chegada deles (11h35) e pela hora que me acordaram para avisar que viriam (10h45) não daria tempo de locar um carro com motorista para o primeiro desembarque, daí tive que correr no meu carro mesmo. Nada demais se não fosse a água, no começo da Imbiribeira e Rua Imperial, que por conta das fortes chuvas estava na altura da porta do carro (e olhe que meu carro é relativamente alto). Eu tinha certeza que ia entrar água por todo canto e que meu carro iria quebrar a qualquer momento, mas para minha sorte ele enfrentou quase 2 km de alagamento sem nenhum problema (felizmente as portas estavam bem vedadas e sem nenhuma infiltração nem por baixo do carro).

Os primeiros a chegarem (11h35) foram a Geovanna Tominaga (apresentadora do Vídeo Show) e o Jonas Almeida (cantor e namorado dela), de lá fomos fazer o check in no hotel e depois seguimos para o Gio, para o almoço. Conversa, descontração e tá tudo de boa. O motorista finalmente é localizado e vai buscar o Flávio Steffli (ex BBB) que em seguida chega ao restaurante. E vai chegando gente... Cleodon (roteirista do Vídeo Show), Viviane de Marco (diretora geral) com a filha Dani, Conceição (roteirista) com o marido, Hudson Romão (Inter Ação Vídeo e Globo), pai de Dani, ex de Viviane, com a esposa e saio rapidamente para is buscar Milena Fagundes (ex BBB) que chegou no voo das 15h. Volto ao restaurante até a hora que todos resolvem ir embora. Os deixo no hotel e vou até a rádio.

 Não tenho tempo de fazer nada e já tenho que correr pro Chevrolet, pois deveria estar as 18h com Aramis Trindade, um dos apresentadores (o outro foi o Beto Café, amigo de longos anos e muitos trabalhos).

Aramis. Zé das Mortes, título desse texto é o nome de seu personagem da novela das 18h, Paraíso, um matador brabo que só ele. Aramis também está no ar na série Força Tarefa, como Pilatos. Aramis é um pernambucano "arretado" que só perde o sotaque carregado quando encarna algum personagem. Um recifense que ama sua terra e que não esquece suas origens. É dele um dos textos que eu acho mais do caralho no filme Árido Movie, onde ele interpreta Márcio Greik. O texto em questão é quando Selton Melo vai falar da questão acochativa. Aramis escreveu a fala em parceria com Zé da Flauta.
Ele é o cara. Carismático, atencioso. Amigo de muitos amigos em comum, aquela velha história do mundo ovo. Sempre achei ele um cara do caralho, mas quando ontem, ao perguntar o que ele iria beber ele falou, levantando a camisa para mostrar a cicatriz, que não bebia nem fumava há 3 anos, desde que fez uma cirurgia. Ao questionar sobre qual seria, ele explicou-me que doou um rim para o irmão que estava beirando à morte. O caçula da família Trindade, atualmente um excelente advogado (assim como o pai). Foda, completamente foda. Falei pra ele que aquele gesto era incrível, porque muita gente nem sequer pensaria em fazer o mesmo e ele falou, enchendo os olhos de lágrimas, que a felicidade que ele sente e sentiu em poder salvar a vida do irmão não tem preço, e que faria mil vezes de novo. Conversamos um bocado e ele explicou que a opinião pública não sabe desse fato porque ele não acha justo tirar vantagem o fazer fama graças a um gesto de amor, pois ele fez pelo irmão, e não, para aparecer, então inclusive já recusou vários programas de TV sobre doação e nas entrevistas se recusa a responder sobre o tema, mas pensa em fazer uma campanha de incentivo a doação entre vivos, como doação de sangue, medula óssea, rim, parte do fígado, etc. Então, o título de hoje não deveria ser Zé das Mortes, e sim, Zé dá vida, em homenagem ao ser iluminado chamado Aramis Trindade.



Escrito por J. Marinheiro Filho às 04h54
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Líder de audiência

Como sempre, minhas suspeitas estavam pra lá de certas. Até consigo imaginar a cena: personagem "A" lê, corre pra avisar ao "B" que sem demora, fala tudo pro "C", tudo isso ao melhor estilo Pópis de ser (quem não lembra de Chaves e Nhonho?). Merecia uma foto.
A propósito, o título do post de hoje não se refere a Mix FM, e sim, a mim, pois meu blog é líder de audiência entre os desocupados, fúteis e inúteis de plantão.

Aos que acessam por outros motivos, minhas sinceras desculpas e não tomem isso como ofensa, até porque as duas primeiras linhas de hoje são uma espécie de mailing ao meu target, sabe? Puro marketing, apenas business, honey.



Escrito por J. Marinheiro Filho às 10h27
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Teoria do Playmobil

Dos meus brinquedos comuns (deixando de fora toda tralha tecnológica que sempre gostei, que vai de carrinhos de rádio-controle ao meu eterno Pré Computer 1000 Jr, que na época custou ao bolso do meu pai algo correspondente a um bom notebook de hoje em dia) os que eu mais gostava eram o da série PLAYMOBIL.

Era uma febre na minha família, eu e alguns primos colecionávamos pra valer. Bombeiro, astronauta, cowboy, circense, índio, faroeste, fórmula 1... Tínhamos praticamente a coleção completa, e não eram poucos. No dia em que resolvi arrumar meu quarto encontrei uma caixa repleta deles. Impressionante o cuidado que eu sempre guardei meus brinquedos, pois encontrei intactos pelo tempo e uso de mais de 20 anos itens como o Mergulhador, ainda com os acessórios; o astronauta completo, alguns do circo, índios, cavalos, macacos e a cadeia da faroeste completa. Do xerife ao preso, das armas minúsculas ao quadro decorativo da cadeia. Sempre tive ciúmes e imaginei um dia poder brincar com meu filho e despertar nele a mesma paixão que eu tinha pelos bonecos. Cresci, me mudei algumas vezes, seja em Recife, seja pra Natal ou São Paulo. Seja pra casar ou pra voltar pra casa e sempre os brinquedos continuavam ali, guardado, esperando a hora de trocar de dono.

Cerca de dois meses após me casar, conversando com minha então esposa resolvemos ter um filho e na mesma noite um óvulo foi cuidadosamente fecundado. Nove meses depois nasceria minha filha e o que aconteceu depois todo mundo já está cansado de saber (separação, briga, jogo de interesses e mentiras, golpes, mais mentiras, mais interesses, outros absurdos e eu acabo sendo privado da convivência com minha pequena).

A partir do momento que você se torna pai de uma menina você passa a ver o mundo de maneira diferente, não apenas por deixar de ser consumidor e passar a ser fornecedor, mas sim pela forma de encarar o mundo, as brincadeiras, os presentes e as cores. O que era azul passou a ser cor-de-rosa. A coleção de bonecos deu lugar aos bichinhos de pelúcia e Barbie. E o que fazer então com o estoque de PLAYMOBIL?

Por alguns momentos, tendo em vista mudanças em todos os segmentos da minha vida eu até esquecera daqueles bonequinhos de cabelos iguais, até o dia da famosa arrumação. Era um domingo. Faz uma semana, e todos apareceram diante dos meus olhos como se quisessem brincar. Me senti na famosa animação TOY STORY. Fui até o quarto que em outra época pertencia à minha irmã e hoje em dia abriga meu sobrinho (ou algumas visitas) quando estão na minha casa e, cuidadosamente montei a cadeia, o circo, a tribo indígena, o mergulhador, o astronauta e tudo mais que apareceu para que ele tivesse acesso aquelas lembranças que me proporcionaram anos e anos de diversão sem limites. Liguei para a minha irmã, ela estava em casa e não viria naquele dia. Também não falei do que se tratava para não estragar a surpresa, pois lá dentro eu queria que ele sentisse o mesmo que eu sentia quando se deparasse com os bonecos.

Não sei se na sexta ou no sábado seguinte eles apareceram. Meu sobrinho ficou exatamente como eu esperava. Dava gosto olhar pra ele e sentir aquela empolgação típica de criança quando ganha algo que quer muito, e olhe que ele nem queria. Minha irmã, lembrando das inúmeras vezes que brincara comigo também ficou bastante empolgada com os brinquedos, e desde que dei o computador à ele, ano passado, eu não via uma felicidade tão grande em seu olhar. A criança é sincera e esse carinho e gratidão é único, não tem preço ou nada que pague.

Sabe quando você percebe que valeu à pena esperar tantos anos para entregar a coisa certa para a pessoa certa? Ele pode não ser meu filho, mas certamente Allanzinho expressou e sentiu tudo aquilo que eu imaginava proporcionar a meu sucessor na brincadeira saudável do imaginário fantástico do mundo PLAYMOBIL.

Missão cumprida, espero que ele brinque o quanto quiser e saiba levar esse sorriso bobo, parecido com um soluço (como diria Renato Russo) por toda a vida e que não perca a criança dentro dele, assim como eu.

Como eu sempre falo que coincidência não existe, hoje, pouco antes de escrever isso aqui eu encontrei um blog qualquer que falava da TEORIA DO PLAYMOBIL, mais ou menos assim: NADA DO QUE POSSA ACONTECER VAI TIRAR ESSE SORRISO DO MEU ROSTO!

Então é isso. Nem a distância de pessoas queridas, nem a ganância das pessoas próximas à minha filha, nem as ofensas dos que visitam meu blog para tentar secar a minha vida (tempo perdido, sorry.), nem a menina fútil que entra no meu orkut, diz que não entrou e depois ainda deixa uns desaforos (isso no mesmo dia que ALGUÉM veio aqui falar da minha ex. coincidência, hein?), nem nada irá me fazer mudar, porque eu nasci pra sorrir.



Escrito por J. Marinheiro Filho às 10h40
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Pula essa parte

Como ainda não concluí a arrumação do quarto, prefiro deixar esse assunto pra lá. Tirando um monte de lixo que eu guardava "não sei por quê", encontrei algumas coisas interessantes e outras que serviram pra doação. Vamos em frente.

A primeira semana "desempregado" (ou como empresário, se preferirem) não teve nada de muito novo. Ainda fui à Infinito por duas vezes, uma para assinar a rescisão (chegando lá fui informado que só poderá ser assinada no sindicato, por ter mais de um ano com registro em CTPS) e a outra para ajudar quem tanto me ajudou.
Eu imaginava que quando não tivesse mais compromisso com horários eu iria trocar o dia pela noite. Mas afinal, eu já não dormia à noite, então não mudaria muita coisa, apenas acordaria mais tarde. Ilusão... No primeiro dia até dormi um pouco mais, só que a agenda começou a ficar apertada e passei a dormir cada vez menos.

Bom mesmo foi poder almoçar em casa e cochilar depois do almoço. Também foi bom tirar a tarde pra não fazer nada e ainda dar umas aulas de direção pra Ilanna, logo depois do almoço. Falando em aula de direção, ontem à noite fiquei todo orgulhoso de ver Arianne dirigindo meu carro sem estancar nenhuma vez. Pra quem dizia que era uma péssima motorista e que tinha habilitação mas não confiava dirigir, ela mandou muito bem!

Tem rolado muita coisa legal, da Gravaçâo do Especial Estação Nordeste, na Cachaçaria Carvalheira ao show do Internacional. Do show de Jorge Vercilo e Guilherme Arantes ao lançamento do CD de André Rio e Trio Sotaque, evento esse que reuniu só gente do bem. Nomes que não representam nada para quem por ventura ler isso aqui, mas que tem boas linhas traçadas na minha história, como o próprio André Rio, Mendonça Filho, Nádia Maia, Maciel Melo, Anchieta Dali, Mozart, Arísio Coutinho, Alcymar Monteiro, Vanessa Oliveira, Edilza Soul, Bráulio Araújo, Pita, Ed Carlos (sempre), Paulinho Leite e tantos outros... Whisky não faltou, nem histórias pra contar.

Sobre o trabalho, as coisas tem fluído bem, não posso reclamar. Essa semana fiz o lançamento da Rádio Mix (a maior rádio jovem do país, líder de audiência entre o público jovem nas principais cidades do país) e organizei as ações de divulgação da marca. Valeu a pena em todos os aspectos.

Ontem rolou a última aula do meu Curso de Formação Política, foi tão foda que não devia ter acabado, e o encerramento então... Em breve mais detalhes.

Impressionante como mesmo passado mais de um ano da minha separação (o que foi o maior presente que Deus me deu em toda minha vida) pessoas próximas à minha esposa (é... ela é minha esposa, uma vez que ela não quis assinar o divórcio é porque deseja estar casada comigo) continuam entrando aqui pra saber como estou e pra deixar comentários ofensivos. Se eu me importo? Claro que sim, pois tenho medo do que essas pessoas doentias seriam capazes de fazer. Mas, felizmente os comentários nem as ofensas me abalam e vou atrás de algo muito maior do que essas pequenas pessoas entenderiam.

Namastê.



Escrito por J. Marinheiro Filho às 22h52
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(In)finito

A minha última semana nem foi tão rápida assim, pois além da internet que caía direto, ainda apareceram vários trabalhinhos chatos e complicados, mas acabou. Na sexta, um almoço com os mais próximos no Laçador (que por sinal ficou muito bom depois da reforma e da mudança no cardápio e serviço do rodízio). Aquilo não foi uma despedida, e sim, mais um almoço com os amigos do trabalho. Nem comi tanto assim.

Não aguentei beber, a ressaca tava foda, pois na quinta fui ao forró solidário da AACD, no (ou na?) Arcádia de Apipucos, evento esse organizado e promovido pela Taciana Mendonça (mãe de Ilanna, esposa de M.F.). Atrações não faltaram. Maciel Melo, André Rio, Nádia Maia, Cristina Amaral. Tanta gente legal, tanta gente do bem. E bastante gente do DEM também. Foi bom rever amigos e ajudar uma causa social. Bebemos muito, como sempre. E como sempre também, saímos de lá e seguimos para o Aconchego do Matuto, o popular bar do Lulinha. Ainda rolou after do after mas não vem ao caso. Não dormi nada, mas valeu a pena.

Passa o almoço, acaba o dia, sigo pra casa. Ops, casa não, pro outro trabalho, e lá estou na Rádio Mix FM, pois precisamos organizar as estratégias de lançamento da emissora, ações promocionais e afins. É... não comentei aqui mas fui ao show do Asa de Águia, também pela Mix e pro show de Mc Fly eu ganhei 5 camarotes mas ninguém quis ir, daí perdi.

Trabalho, trabalho, trabalho... Dou o bolo em duas amigas que eu havia marcado de sair e vou dormir. Sábado mal chegou e já tenho que ir pro curso. Sono, muito sono.
É, sono mesmo. Na entrada do prédio onde estudo cochilo enquanto o portão eletrônico demora dias para abrir e... Claro que ia dar merda. Bati com o carro e acabei com duas portas do meu carro, uma só trocando agora. Estamos na penúltima aula do curso e já estou com saudades. Tudo caminha para que eu possa viajar ainda em junho.

Só me resta dormir depois da aula. Como, durmo e acordo. Minha avó que havia levado uma queda onde fraturou a bacia, o femur e lesionou a coluna entra na sala de cirurgia. No mesmo momento tenho que ir pra gravação do especial "Estação Nordeste" da Rede Globo, na Cachaçaria Carvalheira, onde gravam participações: Almir Rouche, Alceu Valença, Lula Queiroga, André Rio, Paulinho Leite, entre outros. O ambiente é sempre agradável e o open bar, mais ainda. De lá seguimos pros outros compromissos, pois Almir ainda precisa cantar no casamento de um dos donos da faculdade Maurício de Nassau e ainda temos dois shows em seguida, o do projeto São João de Pernambuco, pelo Governo do Estado (depois de Almir chutar o pau da barraca e falar mal do governo no carnaval, até que nos deram algumas oportunidades depois) e o do Forró de Custódia, no Clube Internacional do Recife.

Já está amanhecendo quando paramos em algum lugar pra comer. Chego em casa por volta das 9h e vou direto arrumar meu quarto, mas isso eu conto depois...



Escrito por J. Marinheiro Filho às 00h39
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