Interpretação
Mais uma vez eu tenho que repetir que eu escrevo pra mim, e não pros outros. Não entre aqui pensando que terá recadinho ou que vou narrar determinado fato. Eu escolho o quê e quando irei escrever, é assim que funciona.
Impressionante como só essa semana algumas pessoas até lamentaram por não estar presente em nenhum relato meu. Uma delas realmente merecia até um outro blog, mas se não escrevi, tive meus motivos. Outras, não escrevi porque não quis mesmo.
Algumas vezes faço textos onde destilo toda minha ironia, mas o faço de forma tão sutil que alguns idiotas interpretam de maneira errada e ainda ironizam em comentários. Pobres coitados.
Há muito abandonei o romantismo da escrita, não que eu tenha perdido a capacidade de sonhar, amar e essas coisas que todo apaixonado deseja, muito pelo contrário. Mudei o foco, virei a página e hoje em dia conto com ajuda de pessoas para escrever comigo. É como uma enciclopedia, diversos verbetes construindo um só livro.
No mais, as aulas estão ótimas, estou adorando mesmo o curso, só que como perdi o costume de estudar à noite, fico indisposto na aula e desperto quando chego em casa, indo dormir sempre depois das duas da manhã. Resultado? Sempre tou quebrado no outro dia...
O trabalho anda me rendendo bons frutos, não tenho do que me queixar, ou melhor, tenho sim. Acho um absurdo você pagar 15% de Imposto de Renda (retido na fonte), somados aos 11% de INSS mais 16% de impostos retidos por cada Nota Fiscal de Pessoa Física que emito. Não é nada, mas são quase 4 salários mínimos que acabo pagando de impostos EM UM MÊS!!! Por isso que o Brasil não vai pra frente e tem tanta sonegação. Abaixo as aliquotas, JÁ!
Confesso que o livro vai demorar mais do que eu esperava. Resolvi trabalhar melhor. Havia me empolgado com o suposto interesse de alguns leitores, mas não sou escritor, não vivo disso, nunca o fiz. Faço pra mim, por hobby, por nada. Talvez o desmanche em capítulos e publique tudo aqui, assim terei certeza que será lido. Escrever é engraçado, você nunca sabe como vai terminar, é como a vida: Por mais que você faça planos, quando começar a viver aquilo, algo sempre acaba mudando o rumo. Por exemplo: há meia hora estou procurando um espaço para falar que 80% da minha escrita eu dedico à Amanda Pahim, que sempre foi a minha maior incentivadora, e graças à ela as postagens se tornaram mais constantes e acabei conquistando outros leitores, admiradores e os mais fiéis: os invejosos. Aqueles que entram todo dia pra saber de mim, escrevem merda, ironizam mas nunca deixam de passar por aqui. É isso, agradeço a atenção de todos, mas nunca vou poder esquecer o incentivo daquela que conheci ao acaso.
E do jeito que as coisas vão, em breve voltarei a escrever "coisas de amor", até porque acho que estou no caminho certo, com as pessoas certas.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 23h12
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Sem tempo
Realmente estou sem tempo. É trabalho, viagem, reuniões, projetos, empreendimento, reforma, construção, compras... Pra completar, minhas aulas começaram ontem, daí são quase 16 horas fora de casa, no ar, sem parar.
Mas é isso mesmo, não poderia estar melhor.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 00h27
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C de chocolate
Muitas coisas que eu gosto começam com a letra C. Chocolate, coca-cola, cheddar, carnaval, carnatal... Falando no carnatal, revendo as fotos de 2000, 2001 e 2002 eu vi algo que realmente nem lembrava. Em um desses anos que citei, estávamos na praia de Ponta Negra, em pleno domingo de carnatal e como eu havia deixado alguém aqui à minha espera (e ela me deixou ir sem trauma, sem brigas, choro ou ameaças), e após 1 1/2 de cerveja e a insistência de um desses tatuadores de praia que andam com a pasta e tinta à base de henna, não tivemos dúvida e mandamos ver.
Eu, o mais romântico e abestalhado de todos mandei tatuar um tribal com as iniciais "C" e "M", só não lembro se no braço(pulso) esquerdo ou direito. A tatuagem se apagou com uns 15 dias, o relacionamento acabou em 8 meses e as lembranças em alguns anos.
Cólera, câncer, cocô, culpa... Da mesma forma que existem os Cês bons, existem os que não prestam. Uns, conseguimos distiguir só pelo nome, outros, só com o tempo. Resumindo a ópera, as letras sempre me seguiram, e eu sempre as acolhi. Agora é só reorganizá-las e jogar tudo no meu livro. Aguardem.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 01h30
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