Ainda
Continuo sem saber o que diabos é lei seca
ahsausaushuashuahusahushashuahsau
Hoje foi O DIA, até gigolô eu fui. Almocinho no Skillus Classic por conta de Ilanna com motorista e tudo mais. Ô vidinha mais ou menos...
Para criticar, clique no link abaixo.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 21h52
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Desfocou
Confesso que perdi o foco.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 18h15
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Por falar em saudade...
Após publicar o texto anterior (quase duas da manhã) não tive trabalho em dormir, pois além do cansaço físico e mental havia o compromisso em acordar cedo na manhã que chegaria em algumas horas. Dormi, e dormi bem, tranquilo. Tive um sonho bom. Sonhei com aquela que eu conversara na noite anterior e dedicava mais um post. Acordei cedo, conforme previsto, e antes das 7h eu já estava "na rua". Ao circular por um hipermercardo me deparei com a seção infantil. Só Deus sabe a saudade que senti da minha filha. O que me consola é saber que em breve estaremos juntos sem interferências de terceiros, pois a lei está aí pra isso e eu confio na justiça. Foi foda olhar cada produto infantil e pensar na minha filhota. Aquela que EU idealizei; aquela que EU quis; aquela que EU pedi. Mesmo quando os avós eram contra e diziam ser o momento errado, EU sentia total êxtase em realizar o maior sonho de minha vida, que não pude curtir nem sequer escolher seu enxoval (patrocinado por mim, claro). Me arrependo de não ter sido mais presente, de não ter feito minhas vontades e idéias serem respeitadas, pois fui submisso às vontades e caprichos de terceiros, e perdi alguns momentos que nunca irão se repetir. Mas a vida é isso, é feita de momentos mesmo. Alguns bons, outros nem tanto. O tempo passa e tudo se revela. Acredito fielmente que só acontece quando tem que acontecer. Minha filha está crescendo e irá saber quem é o pai dela. Estou plantando um futuro para minha pequena, darei motivos para ela se orgulhar, sendo limpo, claro, honesto e principalmente com caráter. Por mais que as coisas sejam maquiadas, mas a maquiagem acaba saindo e o feio se revela. Muita maquiagem ainda entope os poros e inflama a pele, causando seu envelhecimento precoce. O que disfarça o feio transforma-o no terrível, a médio prazo. É isso, a educação e conceitos que quero passar para minha Letícia é aquilo que aprendi em casa e na vida. Quero seguir os passos do meu pai, que chegava a me irritar pela sua honestidade, sendo incapaz de se beneficiar de terceiros, empresas ou órgãos públicos; Quero ter a força de vontade da minha mãe, que ao descobrir uma grave doença, fez do seu bom humor uma arma e deu a volta por cima, e como lição passou a ajudar e cuidar de pessoas doentes e que precisavam mais do que ela; Quero desejar um filho tanto quanto minha irmã, que ao saber que não poderia ter filhos resolveu encarar um tratamento caro, dolorido e complicado à base de vacinas ultra-cavalais, aplicadas no seu útero; Quero trabalhar como minha outra irmã, que aos dezoito anos comprou seu primeiro carro com o salário de estagiária, sem ajuda de ninguém; Quero ter uma vida limpa e cheia de vitórias e conquistas, como Iúri Leite e Mendonça Filho. Amigos que tenho a honra de conviver e trabalhar; Quero ter a simplicidade de Ilanna, a tranquilidade de Amanda e o amor que sinto pelas duas; Quero que minha filha tenha discernimento de filtrar todas informações que lhe forem repassadas e absorva apenas as que corretas forem. Quero um futuro melhor. Quero dias felizes. Quero ser chamado de papai. Se pra você ela é só mais uma criança ou um brinquedo novo, pra mim, ela é MINHA FILHA, MEU AMOR.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 10h41
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Ansiedade
Acredito que já tenha postado com o mesmo título, mas se a situação se repete, o título também pode.
Sou ansioso por natureza, mas ultimamente tenho me superado. Ansioso com o carro que não chega; ansioso com o processo que não anda; ansioso em assinar logo os contratos dos eventos; ansioso com a campanha política que tá sendo totalmente manipulada; ansioso para que chegue o carnaval; ansioso para que chegue o carnatal. Bem, falando em carnatal... Mas antes disso, vamos falar de algo de Natal-RN. Diariamente me perguntam: _Quem é Amanda? Eu sempre respondo que é uma amiga minha, e essa é a mais pura verdade. Ninguém me pergunta o que sinto por ela, o que ela representa ou como nos conhecemos. Muitas pessoas até já sabem que a conheci num show de Timbalada lá na cidade do sol (um dos primeiros posts daqui era sobre essa viagem, e eu cito ela no contexto). As poucas vezes que nos encontramos não representam nem 1% (lembra que falei de 1%, Amanda?) do que ela é, de fato, pra mim. Nela eu encontrei uma amiga, uma companheira, uma fã. Alguém que me escuta, me aconselha, torce por mim e comemora cada conquista, mesmo que passageira. Aquela garota que mesmo quando quer desabafar, me escuta atenciosamente na esperança de me ajudar, esquecendo até mesmo dos seus próprios problemas. Uma mulher linda por dentro e fora, dona de um olhar e sorriso ímpar. Aquela que tem seu brilho próprio, não precisando apagar ninguém para ficar em evidência. Alguém real, natural, transparente. Ainda que cheia de mistérios, ela se faz entender com uma só palavra, um só olhar, um só gesto. Para ela eu dedico meu blog, meus textos, meus erros e acertos. Quantas vezes eu já me apaixonei por ela? Quantas vezes ela não falou: _Não comece... ou então: _Páre! Inúmeras... Ao longo desses anos eu a vi crescer e amadurecer (ainda mais). Acompanhei suas conquistas, a vi ir e vir. Aos poucos ela se revelava mais e mais. Amigos? Sempre! Se por um lado eu me apaixonava por ela em cada encontro ou conversa, por outro, ela aturava cada paixão minha (algo comum, vindo de mim) e conseguia achar graça do meu coração volúvel. O título de hoje não se refere aos exemplos que citei, e sim, ao que senti no final do ano passado, quando fui pro carnatal com a triste missão de passar apenas uma noite fora. Tudo isso às vésperas da sua viagem pro Canadá que duraria meses e meses... Quais chances eu teria de encontrá-la? Eu estaria circulando pelos camarotes do evento afim de divulgar o reveillon que faríamos no então Blue Tree Pirâmide e nem ao menos tinha como falar com ela já que MILAGROSAMENTE o número dela que estava na agenda do meu celular (e nos falávamos sempre) tivera seu último dígito alterado. Não tinha certeza sobre qual bloco ela estaria, até porquê ela havia comprado para sair em um, mas havia falado que estava na dúvida sobre trocar ou não. Ainda que tivesse a certeza que ela estaria em determinado bloco, mas como encontrá-la? Eu não tinha acesso ao corredor e os compromissos com emissoras de rádio e TV consumiam todo nosso tempo. A ansiedade aumentava a medida que as possibilidades diminuíam.
Lá vem o bloco do Asa. Será que ela vem nele? São mais de 5000 pessoas com o abadá branco. Lá estou no primeiro andar do camarote do Blue Tree. Fixamente eu olho para cada pessoa. Impossível achá-la. Ela não poderia estar ali. E se ela já tivesse passado na frente do bloco? E se ela viesse lá atrás? E se ela estivesse do outro lado, talvez até ao lado do trio? Melhor desistir... Que nada, a esperança é a última que morre. Já aflito, quem eu vejo no meio da multidão? E ela vinha em direção a onde estávamos. Puta merda, não podia acreditar... Acenei, joguei uns 300 lacres de latinha de refrigerante, papel, abanador, gelo... Ela não viu e se foi. Sabe quando você pensa: _FUDEU!!! Tão perto, por tão pouco e nada. É como faltar um número pra ganhar no PE da Sorte (a sua sorte vai mudar). O que era ansiedade e aflição se tornou decepção. Como podia? Mas, vamos em frente. O evento continua, as entrevistas e visitas não param. Algumas horas depois lá vem o bloco de novo (é que no carnatal cada bloco dá duas voltas no circuito). Aí já pensei pelo pior: _Ela não vai passar por aqui de novo. _Ela cansou e foi embora. _Ela se agarrou com alguém. _Ela vai passar pelo outro lado. _Não era ela...
Já sem esperanças praticamente, até porque os tolos dizem que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, eu continuava a procurá-la. Tamanha foi a surpresa quando a vi novamente. Era a última volta, eu já estava de saída pro hotel, de manhã cedo viria pra Recife e ela iria para Toronto em alguns dias. Era agora ou nunca. Quando o garçom caprichou no gelo do meu copo, não sabia ele que teria tamanha utilidade. Choveu granizo no carnatal. Joguei cada cubinho em sua direção, uns até pegaram em sua irmã (ahahahahaha), mas nada fazia ela olhar. Ela iria sair do meu campo de alcance em frações de segundo. Olho pro lado e vejo uma funcionária do hotel com uma cerveja na mão. Não deu tempo nem de pedir licença e a latinha voou de encontro ao chão. Tirando o susto dela e da irmã e o fato de quase matar uma das duas, ela olhou pra cima e deu o sorriso mais lindo do mundo quando me reconheceu. Pude ler em seus lábios algo mais ou menos assim: _Não acredito... Você veio?!?!?! Pedi que ela fosse até a lateral do corredor, e feito um louco, desci desesperadamente pelas escadas e corredores do camarote. Fui parar na área externa do evento, entrei pela saída de emergência, dei uma carteirada e tive acesso ao corredor. Ela estava me esperando. Não dá pra descrever o que senti. Não consegui falar quase nada, mas senti o abraço mais forte e sincero do mundo. Não passamos nem 5 minutos ali. Não lembro o que conversamos, nem sei o que conversamos, só sei que não consegui mais dormir aquela noite, fiquei até as 7:00 relembrando o que acontecera há pouco. Se passaram nove meses desde esse dia. Por essas e outras, se alguém me perguntar o que existe entre nós, eu não terei dúvida em dizer: _É AMOR!
Amor não é só feito de beijos ou palavras bonitas; Amor não é mantido pelo sexo ou por presentes caros; Amor não se define só na cama ou no papel; Não precisa estar perto pra estar junto.
Como já falei acima, depois dela eu já namorei, acabei, namorei de novo, acabei, namorei, noivei, acabei, namorei, casei, me separei, acordei, e tou aqui, mas NUNCA deixei ou deixarei que interfiram na nossa relação, porque casos e acasos vem e vão, coisas assim são pra vida toda. Esse é só mais um post que eu dedico à ela.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 00h49
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Ateu, graças à Deus!
Um dia questionaram Renato Russo sobre uma frase de uma canção sua, ele respondeu: _A frase é "Deus, Deus, somos todos ateus". Palavras são palavras, cada um interpreta como quiser.
Só com fé é que iremos chegar aonde buscamos. Fé, determinação e caráter, pois nada se constrói sob uma base fraca.
Deixando o bla blá blá de lado, a campanha tá pegando fogo. As pesquisas não aponta o que gostaríamos de ver, mas temos certeza de estarmos no caminho certo. O sucesso incomoda, certo? CERTO! Prova disso é que excluíram meu orkut, eu fiz outro que foi apagado três horas depois, daí eu fiz outro, apagaram de novo, e agora fiz mais um. E se apagarem? Eu faço outro... Se antes eu já não tinha tempo pra nada, agora é que fudeu (com o perdão da palavra). Quinta-feira rolou o primeiro debate, ficamos lá no comitê e a vodka rolou solta até a madrugada. Mendonça se garantiu, claro. João da Costa disse, entre outras besteiras, que 11 + 4 = 16. Sexta-feira já acordei ressacado, e o dia foi curto pra organizar a festa de Deinha (de Paula) lá no comitê da juventude, mas no final do dia tudo deu certo e a festa foi um sucesso. Gente jovem e bonita. 25 a 0 neles! Sábado fui escolher meu carro novo (finalmente, né?), de lá fui prestar contas do bar da notie anterior, depois mais reunião coisa e tal. À noite, gravação do DVD de Patusco, Capim com Mel (pouca gente no shows, mas a cerveja tava gelada) e depois fomos pro show de Nando Reis. Melhor? Impossível... Show do caralho, gente bonita, amigos por toda parte (inimigos, também). Haviam 8 pessoas na nossa mesa e o consumo foi de 5 litros de whisky, média excelente. A noite nos reservou outras agradáveis surpresas e pessoas. Encontros e reencontros. Por volta das 4:30 eu deixava o cabanga. O domingo chegou e eu ainda estava pela rua. Passo em casa para tomar banho e pegar a bike (é, acabei comprando uma de trilha para as bicicleatas). Às nove e meia da matina, o sol tá de matar e a gente tá lá dando início a mais um passeio. Ladeiras não faltam, já a disposição... Só com as cervejas geladas do final do percurso para nos hidratar novamente. O comício durou uns 30 minutos e acabou por volta das 12:00. Passo em casa, deixo a bike e tomo um banho de ninja. Seguimos pro clube Português para a feijoada de Cuzcuz. Aí é hora de mandar ver no talher e na coca-cola geladinha. Bate o banzo. Vou pra casa... O restante do domingo eu reservei pra mim e prefiro não comentar. Ontem, a semana recomeçou e eu não quis acreditar. Chega a terça-feira, meu filhote chega de Aldeia (já vacinado) e começa tudo de novo, até porque esse final de semana será ainda mais cheio. E aí? E aí que eu tou adorando... Que venha o primeiro, segundo, terceiro ou quarto turno. Que apagem meu orkut, que me tirem alguns contratos, que comentem no meu blog, que falem da minha vida, que me julguem quando bem entender. Eu tou aqui é pra incomodar e fazer história. Quem perdeu, não fui eu!
Escrito por J. Marinheiro Filho às 17h10
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Show Business
Por mais que já trabalhe nesse meio há mais de dez anos, mas algumas coisas ainda me supreendem. Certa vez, alguns meses atrás, tava pra rolar uma apresentação de um artista/banda aqui em Recife. Como de costume, foi passada uma pequena lista de exigências. As dele ele resolveu fazer pessoalmente: _Olha, eu queria pra antes do show que vocês arrumassem uma "carreirinha", sabe como é, né? É que curto cheirar antes do show. E eu sou casado, tenho filhos e não posso me expor, mas eu queria que vocês me arrumassem um cara lá no camarim para que eu o ... antes do show.
Na moral, o mundo tá perdido.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 00h50
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