Tecnologia. O que seria de nós sem ela?
Acabamos nos tornando dependentes daquilo que até pouco tempo atrás nem sequer existia. Quem se imagina levantando para trocar o canal da TV ou mudar a estação do rádio? Rádio? Quem ainda escuta rádio ou perde tempo sintonizando até encontrar uma estação que agrade? Qual a última vez que você foi à uma biblioteca? Não é mais fácil procurar no google? O google, na verdade, se tornou nosso mestre. Ele sabe tudo, ele tem respostas para a grafia correta das palavras, ele tem os assuntos do colégio ou da faculdade, nos ajuda no trabalho. Quem se imagina vivendo sem internet? Aniversário então... Quem se lembra do dia em que os familiares e amigos ficam mais velhos? O orkut, claro! Hoje em dia é até comum usar a desculpa: _Ah, eu não tive culpa, desculpa. Não apareceu seu aniversário na minha página inicial, ou então: nem entrei no orkut no sábado... Domingo passado fui até um restaurante (muito bom por sinal) recém-inaugurado, e o que me chamou atenção no banheiro foi o fato das torneiras serem tradicionais. Embora possuam formato diferenciado, provavelmente tendo custado uma pequena fortuna, mas elas são daquelas que abrem e fecham com o girar da sua parte superior. Várias pessoas apertavam ela ou buscavam algum sensor que liberasse o fluxo d'água. Outros até que abriam de primeira, mas saíam do banheiro deixando-as abertas na esperanaça que elas fechariam automaticamente em alguns instantes. Portas eletrônicas, então. Quem nunca se deparou com a dúvida: Ela abre sozinha ou eu empurro? Quem foi até os correios para enviar uma carta qualquer nos últimos três anos? Senhas, dígitos, lembretes, alarmes, correntes, sensores. Infravermelho, celular, bluetooth, 3g, wireless, wi-fi. O que faltam inventar? O que seremos daqui a alguns anos? Só nos resta pagar pra ver.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 14h39
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11/11
Não acredito em sorte ou azar. Costumo usar esses termos quando as coisas dão errado ou não, mas de fato, não acredito.
Conversando com alguém sobre o misticismo que envolve esses números, realmente tive a certeza que se tiverem de influenciar de alguma forma, para mim eles só trazem sorte.
Conversa vai, conversa vem, fiz um comparativo que achei tão interessante (modéstia à parte) que resolvi postar.
Alguns relacionamentos são como ser dependente de maconha ou alguma droga do tipo, vejamos os exemplos:
- É uma DROGA; - Dá prazer; - VICIA; - Você acha que tá numa boa, mas tá indo cada vez mais pro fundo do poço; - Gasta todo seu dinheiro; - Te afasta da família; - Quando pára de consumir, você entra em depressão (abstinência); - Depois que se recupera, vê que não te fazia bem nenhum.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 22h18
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M.L.M.
Costumo dizer que não me arrependo de nada que eu faço, e realmente eu não me arrependo, mas isso não quer dizer que não reconheça meus erros. Quanto mais o tempo passa mais eu custo a acreditar que acabei meu noivado para namorar e casar com outra. Puta merda... Foi a maior besteira que já fiz na vida.
Quanto mais penso na minha filha é que mais raiva eu tenho. Penso na criança inocente que não pediu pra vir ao mundo (na verdade, quem quis o filho foi eu, quando a família querida dela ficou contra) e agora não pode conviver com os pais em harmonia.
Nem por todo dinheiro do mundo (até porque se eu me importasse com dinheiro, eu teria casado com a minha noiva, e não com quem casei) eu voltaria o casamento, mas sei que minha filha tem o direito de ter os pais por perto. O foda é ver essa cachorrada atual que nos envolve. Pessoas de fora se metendo (agregados que não tem motivos, direito, razão ou caráter para se meterem na história), jogo de mentiras, intrigas, etc, etc. Sei que não vai ser fácil recuperar o tempo perdido ao lado da minha pequena, mas para isso eu conto com a ajuda desse blog, porque aqui eu registro tudo que penso e sinto, inclusive na época em que me separei e pensei que meu mundo fosse acabar (mal sabia que meu mundo começava ali), e para isso, imprimo periodicamente os textos aqui publicados para que um dia eu possa entregá-los. Passe o tempo que passar, eu terei o amor da minha filha, pois ela saberé e irá se orgulhar do pai que tem.
Hoje, só me incomoda a distância da minha filha, quanto ao resto, só tenho a agradecer.
Filha, te amo, tá?
Escrito por J. Marinheiro Filho às 23h43
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Domingo
Acordo cedo (6h) Café-da-manhã Volto à dormir Levanto Como de novo Piscina Almoço Conversa com o primo Durmo Acordo MSN Banho Saio Bar da Praia Padaria (bar) Frida Casa MSN Abuso / realidade / sono
Boa noite, e até amanhã.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 23h32
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Rodeado de coisas boas
Aproveito o novo banner (REMOVIDO) do blog para falar exatamente como me sinto: rodeado de coisas boas. Família, amigos, amores. Tudo no seu devido lugar. Na última terça-feira o meu sobrinho Allan (o do asteróide, como me lembraram bem essa semana), ou apenas o Allanzinho, completou 8 anos. Comemos um bolinho com poucos doces e salgados só para não passar em branco, e até porque a festa seria (foi) hoje.
Ele veio passar o dia aqui (na casa dos avós). Assistimos filme, ele me fez companhia quando fui lavar o carro, brincamos com o cachorro, jogamos, e entre uma ou outra reclamação, tivemos um dia agradável.
Meu primo chegou de viagem e fomos colocar o papo em dia. Pelo visto eu não fui o único a lembrar do passado, e mais uma vez sentimos saudades do que já passou. Por volta das 19h fomos para a festinha. Sem enrolar demais, o que me surpreendeu (de maneira positiva, claro) foi na hora do famoso "primeiro pedaço". Como sempre, eu estava responsável pelas fotos, e quase todas as máquinas vieram para na minha mão, mas tive que entregar uma a uma quando o moleque falou que aquela fatia do bolo seria para seu "tio Pimpo". Foi totalmente inesperado. Agora só me resta torcer que as fotos que tiraram consigam mostrar minha cara de bobo com a homenagem.
Ah... Como eu queria que todo dia acabasse assim.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 01h01
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