Compromisso público
Sabe aquele lance dos supermercados e magazines que garantem a devolução do dinheiro em caso do produto ser mais barato na concorrência, chamado de compromisso público? Então, vou ter que imitar. Diante de algumas acusações falsas sobre mim, sobre meu passado, eu lanço aqui o desafio: _Ofereço 50 mil reais (ofereço esse montante por ser um valor real, possível de pagar, mas como tenho plena convicção do que falo eu poderia oferecer até 1 milhão de reais sem medo) para qualquer prova de uma traição minha durante o período que estive casado com a Sra. Maria do Carmo. Qualquer prova de que eu beijei, fiquei, transei ou qualquer coisa do tipo com alguma mulher que não ela, no período de 30/03/07 (início oficial do namoro) à 30/04/08 (data oficial da separação). E aí, alguém vai encarar? Vale ressaltar que isso aqui é documento. Aí eu pergunto: Quem teria coragem de fazer o mesmo que eu? Tenho todos defeitos do mundo, mas HOMEM eu sou. Agora, se eu invertesse a oferta e pedisse alguma prova de traição (não falo nem dela, falo de pessoas próximas, leitores do blog ou até mesmo familiares que possam fornecer evidências de traição(ões) de pessoas que por ventura eu conheça) em troca da recompensa, em menos de dois dias eu teria a maior dívida ativa do país, e nem o FMI teria esse dinheiro para me emprestar.
Escrito por J. Marinheiro Filho às 23h47
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Na maioria dos estados o São João é apenas mais uma data no calendário. Nem em todo o Nordeste é feriado, mas felizmente, aqui é. Mais que isso. Nossos festejos juninos acabaram ontem, dia 01/07 (embora o Ed Carlos ainda faça show nessa sexta, dia 03), na cidade de Glória do Goitá, interior do estado. Seria mais um show, o último do bloco, uma noite a mais. Mas foi mais, era noite de despedidas. Suaves despedidas. Daniel Macedo, nosso tecladista, sanfoneiro e back vocal que por alcançar tons altos, fazia a voz feminina em nossos shows recebeu uma proposta para ser uma espécie de maestro da Banda Calypso. Embora Joelma e Chimbinha não sejam os artistas preferidos de vários brasileiros, temos que reconhecer o mérito deles de terem chegado ao topo das paradas de sucesso e oferecerem boas condições aos músicos e equipe técnica. Todos sabemos que Daniel só tem a crescer ainda mais na Calypso, e ficamos gratos por sabermos que nos tornamos vitrines para grandes talentos, provando cada dia mais o quanto nossos músicos tem valor (como Marcos Cesa, também tecladista que foi chamado para a Asa de Águia no auge do sucesso - dança da manivela, vampiro, etc, e que hoje em dia faz sucesso na França; Cacau Santos; Paulinho Pimpão, que atualmente mora e segue carreira em Porto, Portugal, entre outros). Vá com Deus, Daniel. Sucesso. Ainda sobre a banda, ontem tivemos uma discreta despedida. Ruanna, grávida de quase três meses (quem dança é ela, se garante demais) despediu-se em segredo. Após o término da apresentação, bem depois mesmo, já em Recife, a outra dançarina (Ysabelle) comunicou que de fato aquele seria o último show dela e que agora se dedicaria à gestação. enho um carino enorme por ela e por Thiago (seu namorado, pai da criança, meu amigo e filho do baixista, Mano) e me sinto meio tio da criança, sabe como é, né? enho certeza que essa criança só aumentará ainda mais a felicidade que carregam cada um em si. Falando em despedida, estava em Natal quando vi a notícia sobre a morte do Michael Jackson. Gostaria de gastar algumas linhas sobre ele mas deixarei para uma outra oportunidade. Não sou adepto do modismo e não falo apenas porque ele era famoso. Michael Jackson foi figura presente na minha infância/adolescência (sem piadinhas, tá?). Um marido da minha prima ganhava a vida como cover dele, em São Paulo, quando eu tinha por volta de 5 ou 6 anos. Por ter imãos mais velhos, minha identidade musical foi construída em cima dos gostos deles, e por isso gosto tanto do rock dos anos 80, 90 e até algumas coisas dos anos 70. Era emocionante aguardar o segundo bloco do fantástico para ver o clipe novo do M.J., sempre mega produções. Vai em paz, Michael. Cheio de defeitos e conflitos, ele, definitivamente, era O CARA.
Não chegou a ser uma despedida, mas foi legal sair com Ilanna hoje. Fazia um bom tempo que não nos víamos e eu estava com bastante saudade. Amanhã ela viaja para Porto Seguro-BA e quando voltar, eu que terei viajado, então pode se considerar como uma despedida também. Definitivamente já escolhi a mulher que eu quero casar e a que será minha madrinha de tudo (casamento, batizado de filho, empresa, banda, etc), e Ilanna é uma delas. Amanda é a outra. Agora quem é quem, nem eu sei!
Escrito por J. Marinheiro Filho às 22h43
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Hoje eu queria acreditar que as coisas só acontecem quando tem que acontecer, mas é complicado. Um palavra, um olhar, um cheiro, um beijo, um sim, um não, um sonho às vezes muda tudo. Se não muda, ao menos complica. Os sonhos bizarros ou fantasiosos demais até que dão um clima diferente e nos enche de gás, motivação, mas os sonhos reais é que fodem com a gente. Tudo possível, tudo atual, tudo presente. Algo que poderia ser E-X-A-T-A-M-E-N-T-E daquele jeitinho. Os motivos, as desculpas, a conversa e o reencontro. O passado-presente, o presente-futuro e o futuro-passado. Por que não? Porque é um sonho, oras! Sonhar, sonhar, sonhar... Acorda, porra. O sonho muitas vezes é um pesadelo cor-de-rosas. Não quero mais dormir. Não quero ter que acordar e perceber que mais uma vez aquilo soi só (mais) um sonho. Me deixa viver, me deixar ter e ser. Passando para a realidade bem atual, no sábado (arrail do HSBC, em Aldeia) e no domingo (arrastão do forró em Catende-PE) eu vi a maior concentração de mulheres gostosas e bonitas, respectivamente. Daquelas festas de você soltar um TÁQUIOPARIU! E olhe que a bebida ingerida nem foi necessário para que eu percebesse a beleza feminina ali presente. Misturando tudo, como diria André Rio, reproduzo aqui uma letra dele que tem sido minha companheira no som do carro nos momentos de solidão. Depressivo? Não, não. Oportuno!
Sanfoneiro toque não (André Rio) Toque não, sanfoneiro toque não Esse xote faz lembrar o cheiro do cangote da morena que roubou meu coração Toque não, sanfoneiro toque não Pois já faz um ano inteiro, De janeiro à janeiro nos braços da solidão
Ela se foi e levou na mala minha alegria Era de noite, era de dia, e o pensamento só tava onde ela ia
Tem amor que vai, amor que fica Amor que é feito ave de verão Que chega de mansinho e faz um ninho E vai simbora quando muda a estação
Por isso, sanfoneiro toque não
Escrito por J. Marinheiro Filho às 10h27
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